Primeiro medimos, depois resolvemos.

Achas que precisas de mais gente, mais horas, ou de outro software. Talvez precises primeiro de saber onde o trabalho da tua empresa se perde. É isso que fazemos, e esta página explica como, do início ao fim, antes de te pedir seja o que for.

Isto é contigo?

Se te reconheces numa ou duas, vale a pena olhar para o processo antes de olhar para o orçamento.

  • Vivemos em Excel — e ninguém confia nos números.
  • Temos informação em sistemas que não falam entre si.
  • Faz-se à mão porque sempre foi assim.
  • Um grupo de WhatsApp é, na prática, o sistema mais importante da empresa.
  • Se uma pessoa falta uma semana, ninguém sabe bem como aquilo se faz.
  • Há uma folha impressa que ninguém sabe onde foi parar.
  • Fechar as contas ao fim do mês é sempre um aperto de última hora.
  • Há três versões do mesmo ficheiro, e ninguém sabe qual é a boa.
  • Antes de uma reunião, alguém passa a manhã a juntar números de sítios diferentes.
  • O dono continua a aprovar coisas que já devia poder delegar, só porque ninguém escreveu como se faz.

A conta é a mesma em qualquer empresa.

horas por mês × 12 × custo por hora de quem faz

Não precisas de nós para a fazer. Precisas de papel e de ser honesto com os números. O custo não é o software que ainda não tens: é o tempo, mesmo quando ninguém o escreve numa factura.

A conta, com números redondos

Uma tarefa de dez minutos, trinta vezes por mês
5 h por mês
Vezes doze meses
60 h por ano
A 15 € à hora
900 € por ano

Inventado de propósito, para se ver o mecanismo. Exemplo ilustrativo. Dados fictícios.

Cinco fases, por uma ordem que não se salta.

Nenhuma começa por escolher software. O que sai no fim chama-se Mapa de Processos.

  1. Observar O tempo que for necessário, dentro da operação.
  2. Medir O ponto de partida fica fixado antes de qualquer obra.
  3. Avaliar Separamos o que é secundário do que é risco a sério.
  4. Resolver O de maior impacto primeiro. Nem todos precisam de software.
  5. Acompanhar Voltamos a medir na data marcada, pela mesma fonte.

Um relatório que diz por onde começar — e o que ainda não sabemos.

O Mapa de Processos diz como o trabalho acontece hoje, onde se perde e por onde começar. Não é um plano de dois anos que ninguém vai seguir.

  • Como o trabalho acontece hoje, e não como o manual diz que acontece
  • Onde se perde tempo, com a origem de cada número ao lado
  • O que se corrige sem escrever uma linha de código
  • O que justifica mesmo ser automatizado
  • Um anexo com as perguntas em aberto: o que ainda não sabemos, a quem se pergunta e até quando
  • Por onde começar, e porquê por aí

As quatro origens possíveis de um número no Mapa

  • verificado
  • estimado
  • fixado pela gerência
  • por confirmar

O que não prometemos

  • Não prometemos números antes de os medir.
  • Não prometemos achados: prometemos a ordem.
  • Não prometemos que o Mapa acabe em software: todo o Mapa traz pelo menos uma recomendação que não executamos.
  • Não prometemos prazo de resultado.

As perguntas que vale a pena fazer antes de avançar.

Quanto custa?

Não há tabela, porque depende do que houver para mapear: um processo que vive num Excel e numa caixa de correio não é um circuito que atravessa três departamentos. A conversa de trinta minutos serve para percebermos o âmbito; o orçamento vem depois, por escrito, antes de haver qualquer compromisso.

Estamos presos a outro software.

Não começamos por substituir o que já existe. Primeiro o processo, depois o software. Uma das hipóteses que o Mapa considera é aproveitar melhor o que já pagas.

O software é o que fazemos depois do Mapa, não antes.

É o que executamos quando o Mapa recomenda construir: a partir do processo que foi observado e medido, não de uma lista de funcionalidades.

Mantemos pacotes open-source, listados na página de pacotes do site. O que construímos a partir de um Mapa é orçamentado por escrito, depois de definido o âmbito, caso a caso.

Não é uma venda. São trinta minutos para perceber se fazemos sentido um para o outro.

Não sabemos se aquilo de que a tua empresa precisa é de um sistema novo. O que sabemos é como descobrir: observar o processo, medir o que se perde e devolver um relatório em linguagem corrente — com pelo menos uma recomendação que não nos dá trabalho nenhum.

Trinta minutos, online, sem compromisso. Se fizer sentido avançar, combinamos o âmbito e o orçamento vem por escrito a seguir. Sem contagem a decrescer.

  1. Marcas trinta minutos de conversa, online. Ficamos a conhecer-nos e percebemos o que queres resolver.
  2. Decidimos como se faz o levantamento e que processos entram. Recebes o orçamento por escrito.
  3. Recebes o Mapa de Processos, com a ordem por onde começar.
Marcar trinta minutos de conversa

Online, sem compromisso.